AUTOR: João Gabriel Pereira | Redação


A vitória do Corinthians, conquistada com muito suor contra o Ceará na noite desta quarta-feira (16), trouxe alguns pontos positivos, mas não dissipou as dúvidas sobre o desempenho do time.

Sob o comando de Dorival Júnior, a equipe mostrou uma postura mais ofensiva, com maior posse de bola e mais chances criadas. No entanto, a verdade é que o jogo ainda não foi bom.

A ineficiência ofensiva continua sendo um problema gritante. Além disso, o meio-campo segue quase inexistente, com pouca criação e pouca proteção para a defesa. Fica evidente a falta de um jogador que chame a responsabilidade, que “bote a bola debaixo do braço” e decida a partida quando o time mais precisa.

Ausências pesam e atacantes sumidos


A essa altura, as ausências de jogadores cruciais como Depay e Yuri no ataque fazem uma falta imensa. Sem eles, a capacidade ofensiva do Corinthians fica ainda mais limitada, e a busca por soluções para balançar as redes se torna um desafio constante.

Para piorar, o desempenho de atletas que deveriam ser pilares ofensivos preocupa. O meia Garro, por exemplo, parece ter sumido em campo desde a última partida, não conseguindo replicar as boas atuações de outrora.

Desafios à vista para Dorival

O time continua sem jogadas ensaiadas e sem uma identidade clara em campo, o que gera grande apreensão para os próximos confrontos; em especial, o próximo, contra o São Paulo, no Morumbi, no próximo sábado (19). Resta agora ver se Dorival conseguirá “arrumar a casa” e encontrar o caminho para dar mais consistência e poder de fogo ao Corinthians.

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